Significado de apitasse-se-me

    A forma apitasse-se-mepode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de apitarapitar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de apitarapitar].

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    apitarapitar
    ( a·pi·tar

    a·pi·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Fazer soar um apito.

    2. Transmitir sinais ou pedir socorro através de um apito.

    3. [Desporto] [Esporte] Dirigir uma competição desportiva, fazendo cumprir as regras, em desporto em que o árbitro faz uso de apito. = ARBITRAR

    etimologiaOrigem:apito + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    silvo | n. m.

    Assobio da cobra....


    sobiote | n. m.

    Assobio pequeno, apito de metal ou madeira....


    apitadela | n. f.

    Ato ou efeito de apitar....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "apitasse-se-me" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.