Significado de agrupar-se-ta

    A forma agrupar-se-tapode ser [infinitivo de agruparagrupar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de agruparagrupar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de agruparagrupar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de agruparagrupar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de agruparagrupar].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    agruparagrupar
    ( a·gru·par

    a·gru·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    Juntar ou juntar-se em grupo. = GRUPAR

    etimologiaOrigem:a- + grupo + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "agrupar-se-ta" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    grupado | adj.

    O mesmo que agrupado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "agrupar-se-ta" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.