Significado de acometer-te

    A forma acometer-tepode ser [infinitivo de acometeracometer], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de acometeracometer], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de acometeracometer], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de acometeracometer] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de acometeracometer].

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    acometeracometer
    |ê| |ê|
    ( a·co·me·ter

    a·co·me·ter

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    1. Dar início à luta; investir contra. = ATACAR

    verbo transitivo

    2. [Por extensão] [Por extensão] Tentar, empreender.

    3. Provocar; injuriar; hostilizar.

    4. Chocar contra; embater em. = ABALROAR

    5. Ter efeitos em (ex.: a gripe acometeu grande parte da população). = AFETAR

    etimologiaOrigem:a- + cometer.

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    Esta palavra no dicionário

    sobressalto | n. m.

    Assalto repentino, acometimento imprevisto....


    acesso | n. m. | adj.

    Ato de chegar ou de entrar....


    acometida | n. f.

    Ato de acometer ou de se acometer....


    salteador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que assalta ou acomete de improviso....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "acometer-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?