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    Pesquisa nas Definições por:

    temem

    destemido | adj.

    Que não tem medo, que não teme....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    metuendo | adj.

    Que mete medo (ex.: escuridão metuenda)....


    portanto | conj.

    Logo; por consequência; por isso; em vista disso....


    temido | adj.

    Que infunde medo....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    Que contém ou é relativo a um só tema....


    dessoutro | contr.

    Contração da preposição de e do pronome demonstrativo essoutro (ex.: esse é um tema dessoutro livro de que você falou)....


    Expressão citada por Cícero; pode servir de divisa aos soberanos autoritários e desconfiados....


    barcarola | n. f.

    Canção de barqueiros italianos, em especial de gondoleiros venezianos....


    fado | n. m. | n. m. pl.

    Força superior que se crê controlar todos os acontecimentos....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?