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rolhavas

Que está perfurado duas vezes; que tem dois furos ou perfurações (ex.: rolha biperfurada)....


saca-rolhas | n. m. 2 núm.

Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


cápsula | n. f.

Pequeno recipiente....


estaquilha | n. f.

Torno de madeira em que os rolheiros preparam os quartos de cortiça, de que fazem as rolhas....


rolhista | n. 2 g.

Pessoa que fabrica rolhas ou que trabalha em cortiça....


tafulho | n. m.

Coisa que se introduz numa abertura para a tapar....


rolho | n. m. | adj.

Peça para tapar a boca ou o gargalo de certos recipientes....


rolhadora | n. f.

Máquina para rolhar garrafas (ex.: rolhadora automática)....


formilha | n. f.

Peça de ferro sobre a qual os rolheiros assentam a faca com que fazem as rolhas....


tapulho | n. m.

Aquilo com que se tapa....


saca-rolha | n. m.

Instrumento com que se extraem as rolhas das garrafas....


corcha | n. f.

Casca do sobreiro, do sobro e da azinheira....


quadrador | adj. n. m.

Que ou aquele que reduz à forma quadrada....


lagarto | n. m.

Réptil sáurio, de cabeça oval e corpo quase cilíndrico, muito ágil, e de muita utilidade para a agricultura, por se alimentar de insectos....


rolha | n. f.

Peça geralmente cilíndrica de cortiça, vidro, borracha ou plástico para tapar a boca ou o gargalo de certos recipientes....


torno | n. m.

Aparelho para lavrar madeira, metais ou marfim....



Dúvidas linguísticas



No Presente do Indicativo do verbo sair, qual a razão por que a 3ª pessoa do plural não acompanha a raiz do verbo? Porque é saem e não saiem?
O verbo sair é um verbo parcialmente irregular, devido ao hiato (encontro de vogais que não formam ditongo; no caso de sair, -ai-) no infinitivo, decorrente da evolução da palavra ao longo da história da língua (lat. salire > sa(l)ir(e) > port. sair). Como este verbo conjugam-se outros que apresentam o mesmo hiato, como cair (lat. cadere > ca(d)er(e) > port. cair) ou trair (lat. tradere > tra(d)er(e) > port. trair), e derivados.
Por comparação com um verbo regular da terceira conjugação, como partir, é possível verificar as pequenas irregularidades:
a) Normalmente o radical de um verbo corresponde à forma do infinitivo sem a terminação -ar, -er ou -ir que identifica o verbo como sendo, respectivamente, da primeira, segunda ou terceira conjugações; no caso do verbo partir será part-, no caso de sair o regular seria sa-, mas há formas em que é sai-, como se pode ver na alínea seguinte.
b) Um verbo regular conjuga-se adicionando ao radical as desinências de pessoa, número, modo e tempo verbal. Por exemplo, as desinências do futuro do indicativo (-irei, -irás, -irá, -iremos, -ireis, -irão) juntam-se aos radicais regulares para formar partirei, partirás, etc. ou sairei, sairás, etc. No caso do presente do indicativo, esta regularidade é alterada em verbos como sair, só sendo regulares as formas que têm o radical sa- seguido das desinências (saímos, saís, saem); as outras formas do presente do indicativo (saio, sais, sai) e todo o presente do conjuntivo (saia, saias, saiamos, saiais, saiam) formam-se a partir do radical sai-.
c) A estas irregularidades junta-se a adequação ortográfica necessária, através de acento gráfico agudo, para manter o hiato do infinitivo em outras formas verbais (ex.: saísse/partisse; saíra/partira).

Muitos verbos que apresentam hiatos nas suas terminações do infinitivo têm geralmente particularidades (principalmente no presente do indicativo) que os tornam parcialmente irregulares (vejam-se, por exemplo, as conjugações de construir ou moer).

Respondendo directamente à questão colocada, saem não tem i por ser uma forma que retoma o radical regular sa- e não o radical sai-, como em formas como saio, sais, saia ou saiamos.




Quando digito "qüinqüênio" aparece como palavra não encontrada,corrigindo para "quinquénio".Como ela aparece no Aurélio e no Michaelis,pergunto a razão deste desencontro.
Os tremas não são utilizados na norma ortográfica do português de Portugal, daí que quinquénio tenha entrada no Dicionário de Língua Portuguesa On-Line, ao contrário de qüinqüênio, cuja ortografia segue a norma brasileira. A diferença do sinal diacrítico (-énio / -ênio) explica-se pelo facto de em Portugal o e desse sufixo ser aberto, como o e de médico, e no Brasil ser fechado, como o e de pêra.

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