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    resolvesse-mas

    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que resolve os cálculos da bexiga....


    determinado | adj. | det. e pron. indef.

    Que se determinou....


    movido | adj.

    Que se pôs ou foi posto em movimento; que se moveu....


    Que é próprio para resolver; que produz resolução (ex.: cláusula resolutória)....


    De maneira intensa (ex.: ele não está grandemente interessado em resolver isto)....


    sub judice | loc.

    Emprega-se para dizer que a questão não está resolvida, geralmente em relação a um assunto controverso....


    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    choradeira | n. f.

    Ato ou efeito de chorar muito e impertinentemente....


    diplomacia | n. f.

    Ciência das relações internacionais e da representação dos interesses de um estado no estrangeiro....


    escólio | n. m.

    Comentário, explicação gramatical ou crítica sobre os autores antigos, particularmente da Grécia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.