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    persas

    pampersa | adj. 2 g.

    Relativo a toda a região correspondente à antiga Pérsia....


    A bom entendedor, meia palavra basta....


    almíscar | n. m.

    Substância de cheiro forte segregada pelo macho do almiscareiro e de outros animais....


    daroês | n. m.

    Religioso muçulmano que segue uma vida de pobreza e austeridade....


    darviz | n. m.

    O mesmo que dervixe....


    larim | n. m.

    Habitante de Lara, cidade persa....


    saguate | n. m.

    Donativo, mimo, presente, especialmente dado em trocas festivas ou como sinal de homenagem....


    turbante | n. m.

    Acessório, de origem oriental, que consiste numa faixa larga de tecido enrolada à volta da cabeça (ex.: o velho muçulmano trajava túnica azul e turbante branco)....


    xistóforo | n. m.

    Nome dado pelos gregos aos soldados persas armados de lanças....


    xá | n. m.

    Título do soberano da antiga Pérsia....


    xaile | n. m.

    Espécie de manto ou cobertura usado como ornato ou como agasalho....


    xale | n. m.

    Espécie de manto ou cobertura usado como ornato ou como agasalho....


    xamata | n. f.

    Espécie de manto oriental, de seda, com lavores de ouro....


    xamate | n. m.

    Lance final no xadrez, que corresponde a um ataque ao rei que não tem defesa possível....


    xaque | n. m.

    Ataque ao rei, no jogo do xadrez....


    xaque-mate | n. m.

    Jogada de ataque ao rei que remata a partida do xadrez, por não haver defesa possível....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?