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    parcela-se

    miudamente | adv.

    Em pedacinhos, em pequeninas parcelas....


    Que, em relação a um pagamento salarial, não discrimina as diferentes parcelas, nomeadamente a quantia líquida paga, os descontos, os dias trabalhados ou as horas extras, entre outros (ex.: salário complessivo; verba complessiva)....


    pagela | n. f.

    Parcela, prestação....


    curraleta | n. f.

    Parcela de terreno vinícola demarcado por muros de pedra solta, geralmente basáltica, que protegem as videiras dos ventos marítimos e do mau tempo....


    adição | n. f.

    Ato ou efeito de adicionar ou de adir....


    multiplicando | n. m. | adj.

    Número que, na multiplicação, serve de parcela....


    aditivo | adj. | n. m.

    Que se adita ou acrescenta....


    alcatra | n. f.

    Parte onde acaba o fio do lombo da rês e a que estão pegados os rins....


    meritalo | n. m.

    Espaço entre dois nós de tronco ou caule....


    parcela | n. f.

    Pequena parte; fragmento, partícula....


    tranche | n. f.

    Pedaço cortado (ex.: tranche de pescada)....


    lote | n. m.

    Parte de um todo que se divide ou reparte....


    partilha | n. f.

    Divisão de bens, de herança, de lucros, etc. em partes....


    soma | n. f.

    Ato ou efeito de somar....


    verba | n. f.

    Cada uma das cláusulas ou artigos de um documento ou escritura....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.