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    observadas

    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    Desprovido ou desguarnecido de provisões ou apercebimentos....


    Que não se viu ou que não se ouviu; a que não se deu atenção....


    inter-racial | adj. 2 g.

    Que se efetua ou observa entre indivíduos de raças diferentes....


    Que não foi observado; nunca visto....


    inobservante | adj. 2 g.

    Que não observa, que não cumpre....


    Relativo à observação das coisas grandes....


    Relativo aos estudos psicológicos feitos pela observação das doenças mentais....


    -scópio | elem. de comp.

    Exprime a noção de instrumento de observação (ex.: microscópio)....


    exogâmico | adj.

    Relativo a ou em que se observa exogamia....


    Relativo a ou em que se observa endogamia....


    -scopia | elem. de comp.

    Exprime a noção de observação (ex.: necroscopia)....


    Observação da raposa na fábula de La Fontaine; em português, diz-se: Estão verdes! e aplica-se quando alguém, não podendo alcançar a coisa desejada, se consola manifestando desdém por ela....


    inspetivo | adj.

    Relativo a inspeção ou ao ato de inspecionar (ex.: ação inspetiva; processo inspetivo)....


    Que é relativo à distribuição da temperatura e das chuvas (ex.: dados termopluviométricos; gráfico termopluviométrico; observação termopluviométrica)....


    observado | adj.

    Que se observou ou observa....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.