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    fumar-se-mo

    fumarento | adj.

    Que deita fumo ou fumarada....


    antifumo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a proteger de fumo (ex.: filtro antifumo; máscara antifumo)....


    acapna | n. f.

    Lenha seca que não deita fumo....


    beata | n. f.

    Mulher beatificada pela Igreja....


    caligem | n. f.

    Nevoeiro denso....


    chica | n. f.

    Bebida alcoólica muito forte de origem sul-americana....


    molarinha | n. f.

    Planta herbácea (Fumaria officinalis) da família das papaveráceas, de folhas alternas penatífidas e pequenas flores rosadas....


    moleirinha | n. f.

    Cada uma das partes membranosas do crânio do recém-nascido, destinadas a ossificarem-se com o tempo, em especial a que correspondente à sutura coronal....


    salsicheiro | n. m.

    Pessoa que prepara ou vende salsichas, carnes fumadas, salgadas, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?