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    fugirem

    Que está fora deste mundo; que foge do mundo....


    fugaz | adj. 2 g.

    Que foge com rapidez....


    fugiente | adj. 2 g.

    Que foge; que se afasta; que se vai perdendo de vista....


    víspere | interj.

    Expressão usada para mandar retirar, sair ou afastar-se....


    fugidio | adj.

    O mesmo que fugidiço....


    Final de um verso de Virgílio que nos adverte de que o tempo que passa não volta mais, e de que o não devemos desperdiçar em futilidades....


    debatidura | n. f.

    Acto de se debater, para fugir (falando-se de aves presas)....


    furtadela | n. f.

    Movimento do corpo quando foge a um ataque....


    mutuca | n. f. | n. m.

    Espécie de moscardo grande que persegue os gados....


    alçado | adj. | n. m.

    Que se alçou ou levantou (ex.: o lateral entrou de pé alçado na jogada)....


    chuto | n. m.

    Pontapé ou impulso forte com o pé na bola (ex.: concluiu a jogada com um chuto potente, sem hipóteses para o guarda-redes)....


    corrido | adj. | n. m.

    Que correu ou que se correu....



    Dúvidas linguísticas


    Utilizo com frequência a expressão aqui à beira ou à beira de. Por vezes corrigem-me dizendo que esta forma não é correcta e que deveria utilizar perto de, junto a, ao pé de, etc. Para mim sempre foram sinónimos, mas gostaria de saber se há algum fundamento para essas correcções.


    Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?