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    fraqueza

    inanido | adj.

    Em estado de fraqueza extrema, geralmente por falta de alimentação....


    abatimento | n. m.

    Estado anormal do corpo ou do espírito caracterizado por fraqueza ou desânimo....


    Diminuição ou perda da força física....


    inanição | n. f.

    Fraqueza extrema por falta de alimentação....


    miomalacia | n. f.

    Amolecimento dos músculos....


    pusilânime | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Aquele que tem fraqueza de ânimo ou cobardia....


    acracia | n. f.

    Fraqueza ou debilidade....


    acédia | n. f.

    Estado de desânimo ou fraqueza....


    astenopia | n. f.

    Fraqueza acidental da vista (após grande aplicação)....


    Amolecimento das fibras musculares do coração....


    engaranho | n. m.

    Fraqueza geral que atrofia as crianças; raquitismo....


    Amolecimento dos tecidos do útero que pode determinar rompimento na ocasião do parto....


    marasmo | n. m.

    Magreza e fraqueza extremas....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Os pronomes de tratamento (como V. exa.) devem ser inscritos em maiúsculas ou minúsculas?