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    existam-ta

    abinício | adv.

    Desde o princípio; desde que existe o mundo....


    apocarpado | adj.

    Diz-se dos ovários em que existe o apocarpo....


    autogéneo | adj.

    Que se produz sem intervenção de agentes exteriores....


    inveterado | adj.

    Que existe há muito tempo (ex.: adversários inveterados)....


    lendário | adj.

    Que é relativo a lenda....


    novel | adj. 2 g.

    Que existe há pouco tempo....


    preexistente | adj. 2 g.

    Que existe ou existiu; que preexiste....


    Que existe sobre a folha; que está aderente à superfície anterior da folha....


    ralo | adj.

    Pouco denso....


    Silogismo sobre o qual Descartes fundou toda a sua doutrina filosófica....


    incoexistente | adj. 2 g.

    Que não existe em simultâneo com algo ou alguém; que não coexiste....


    emulsina | n. f.

    Enzima que existe nas amêndoas, no louro-cerejo e em outras rosáceas....


    existência | n. f. | n. f. pl.

    Ato de existir; estado do que é ou do que existe....


    mito | n. m.

    Personagem, facto ou particularidade que, não tendo sido real, simboliza não obstante uma generalidade que se deve admitir....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Gostaria de saber quando usamos a muito tempo e quando usamos há muito tempo.