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    espinharás

    raquiano | adj.

    Relativo à raque ou espinha dorsal....


    raquidiano | adj.

    Relativo à raque ou espinha dorsal....


    espiniforme | adj. 2 g.

    Que tem forma de espinho (ex.: tubérculo espiniforme)....


    abrolho | n. m. | n. m. pl.

    Planta herbácea rasteira (Tribulus terrestris) da família das zigofiláceas, com flores amarelas e frutos espinhosos....


    argana | n. f.

    Engenho para mudar grandes pesos de um lugar para outro....


    ambulacro | n. m.

    Lugar em que há vários renques regulares de árvores....


    iscaço | n. m.

    Estrume de cabeças de sardinha, de vários outros peixes e caranguejos, para adubo das terras....


    opistocifose | n. f.

    Curvatura convexa da espinha dorsal....


    pico | n. m.

    Cume agudo de monte....


    cifose | n. f.

    Curvatura desviante da espinha dorsal formando corcova....


    aguilhão | n. m.

    Ponta afiada da aguilhada....


    espina | n. f.

    Planta medicinal....



    Dúvidas linguísticas


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?


    Observa-se alguma incorrecção no seguinte texto: "A primeira razão para a elaboração do presente trabalho foi a esperança de que ele sirva de alguma utilidade e proveito à administração da faixa costeira..."? Não é redundante "[...] sirva de alguma utilidade [...]"?