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    escota

    escota | n. f.

    Cabo com que se governam as velas....


    escoteira | n. f.

    Peça da amurada onde se fixa a escota....


    esvalteiros | n. m. pl.

    Paus onde se prende uma escota da gávea....


    aquartelar | v. tr. | v. intr. e pron. | v. intr.

    Alar quanto possível para barlavento as escotas das velas latinas....


    cambar | v. intr. | v. tr.

    Mudar de um bordo para outro (vento, escota das velas, etc.)....


    cunho | n. m.

    Peça onde se dão voltas a cabos, geralmente para escotas ou adriças....


    testa | n. f.

    Espaço compreendido entre o empunidouro da vela e o punho da escota ou amura....


    garruncho | n. m.

    Cordão empregado nos punhos da amura e da escota....


    garrucho | n. m.

    Cordão empregado nos punhos da amura e da escota....


    caçonete | n. m.

    Cada um dos paus torneados usados para a escota servir de amantilho. (Mais usado no plural.)...


    salto | n. m.

    Arreamento, em pequena quantidade, da escota, da adriça ou de qualquer cabo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?