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    escoltando

    escolta | n. f.

    Troço de tropas de gente armada (ou navios) que vão acompanhando e custodiando alguém ou alguma coisa....


    escoltado | n. m.

    Acompanhado de escolta....


    comboieiro | adj. | n. m.

    Que guia ou escolta um comboio....


    satélite | n. m. | adj. 2 g.

    Corpo celeste considerado secundário que gira à roda de outro, geralmente um planeta, considerado principal....


    acompanhar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer companhia a....


    escoltar | v. tr.

    Ir dando escolta a....


    seguir | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron.

    Ir atrás de....


    escoltador | adj. n. m.

    Que ou o que faz escolta a alguém ou algo (ex.: navio escoltador; exerciam função de escoltadores)....


    comboio | n. m.

    Conjunto de vagões ou carruagens engatadas umas nas outras e puxadas por uma locomotiva (ex.: comboio de alta velocidade). [Equivalente no português do Brasil: trem.]...



    Dúvidas linguísticas


    Na frase dei de caras com um leão, qual a função sintáctica das expressões de caras e com um leão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?