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    escapulo-nos

    escapula | n. f.

    Escapadela; escapatória....


    escápula | n. f.

    Prego de cabeça revirada....


    ciscar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron.

    Limpar a terra que se vai lavrar de gravetos ou ramos que o fogo não queimou; limpar de cisco....


    chalar | v. intr. | v. pron.

    Andar, fugir....


    escapulir | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr. | v. tr. e pron.

    Soltar-se, desprender-se das mãos de alguém como escorregando ou deslizando....


    escamugir | v. pron.

    Escapulir-se; fugir....


    foragir | v. pron.

    Homiziar-se; expatriar-se; emigrar....


    miscar | v. pron.

    Fugir de um local....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.