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    Pesquisa nas Definições por:

    envida-mos

    envide | n. f.

    Parte do cordão umbilical que fica presa à placenta do recém-nascido....


    envidilha | n. f.

    Operação de vergar a vara da videira (que ficou da poda), atando-a à cepa....


    envite | n. m.

    Maior parada proposta (no jogo)....


    vide | n. f.

    Vara de videira....


    envide | n. m.

    Ato de envidar ou de se envidar....


    envidamento | n. m.

    Ato de envidar ou de se envidar....


    embiga | n. f.

    Parte do cordão umbilical que fica presa à placenta do recém-nascido....


    embida | n. f.

    Parte do cordão umbilical que fica presa à placenta do recém-nascido....


    envidar | v. tr. | v. pron.

    Oferecer maior parada (ao jogo)....


    invidar | v. tr. e intr.

    O mesmo que envidar....


    reenvidar | v. tr. e intr.

    Envidar de novo....


    revidar | v. tr.

    Vingar (uma ofensa) com outra maior....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?