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    engando-mo

    engaste | n. m.

    Ato de engastar....


    rebarba | n. f.

    Parte saliente....


    engo | n. m.

    O mesmo que engos....


    encarna | n. f.

    Ato ou efeito de encarnar....


    enga | n. f.

    Pasto; cevadeira....


    bisel | n. m.

    Corte feito no vértice de uma de aresta viva....


    pala | n. f.

    Engaste de pedra preciosa....


    engar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Ter uma discussão ou uma desavença com alguém....


    engos | n. m. pl.

    Planta herbácea (Sambucus ebulus) da família das caprifoliáceas....


    engastar | v. tr.

    Inserir e fixar pedras preciosas ou materiais nobres; meter em engaste....


    cravador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que crava ou serve para cravar algo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o gentílico do Entroncamento?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?