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    Pesquisa nas Definições por:

    doentinhos

    adoentado | adj.

    Que está um pouco doente; que apresenta leves sinais de doença....


    assidente | adj. 2 g.

    Que acompanha de perto um doente....


    egro | adj.

    Doente....


    Que tem defeito na coroa do casco; doente dos cascos....


    encouchado | adj.

    Encolhido; acanhado; metido em casa, fingindo-se doente....


    engripado | adj.

    Que está doente com gripe....


    hígido | adj.

    Relativo à saúde....


    maldormido | adj.

    Que dormiu mal (ex.: doente maldormido)....


    Que sofreu intervenção (ex.: doentes intervencionados; imóvel intervencionado)....


    asteno- | elem. de comp.

    Exprime a noção de enfraquecimento (ex.: astenofobia)....


    Que sofreu remoção da catarata e implante de uma lente intraocular artificial (ex.: doente pseudofáquica; olho pseudofáquico)....


    Que não apresenta cianose ou coloração azulada, lívida ou escura da pele (ex.: doente corada e acianótica)....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?