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    dita-vos

    abeliano | adj.

    Diz-se das funções introduzidas em análise por Niels Henrik Abel....


    abiótico | adj.

    Diz-se da zona ou dos lugares onde a vida animal ou vegetal não é possível, ou fica, pelo menos, atrofiada....


    adiado | adj.

    Que se adiou; demorado, retardado....


    adintelado | adj.

    Diz-se do arco que degenera em linha reta....


    aborregado | adj.

    Diz-se dos glaciares quando a sua frente se eleva, apresentando saliências lisas e arredondadas....


    Diz-se dos animais que se nutrem de dardos....


    Que diz respeito ao calor ou à temperatura do ar....


    afalado | adj.

    Diz-se do animal que obedece à voz do amo ou a entende....


    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    acaroide | adj. 2 g.

    Diz-se de uma goma-resina que escorre de uma liliácea....


    acárpico | adj.

    Diz-se da planta que não dá fruto....


    Diz-se do nariz aquilino ou arqueado....


    Tornado chamorro; semelhante a chamorro....


    aclínico | adj.

    Diz-se de um lugar em que a inclinação da agulha magnética é nula....


    acórmico | adj.

    Diz-se de qualquer vegetal sem tronco; acaule; sem cormo....


    Diz-se dos animais inferiores e dos vegetais, dependentes do fenómeno da acrementição....


    acrónico | adj.

    Diz-se de um astro que aparece em lugar oposto ao do Sol....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é a pronuncia correta: CRÓSTA ou CRÔSTA.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.