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    devassardes-mo

    devassante | adj. 2 g.

    Que tira ou faz devassa....


    Talado, devassado (falando-se de terrenos)....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    exquisa | n. f.

    Inquirição; devassa....


    galdéria | n. f.

    Mulher que se comporta de modo considerado devasso ou imoral....


    perdido | adj. | n. m.

    Que se perdeu....


    vagabunda | n. f.

    Mulher que se comporta de modo considerado devasso ou imoral....


    ravasco | n. m.

    Homem devasso; libertino....


    devassa | n. f.

    Ato ou efeito de devassar (ex.: devassa da privacidade)....


    vagaba | n. f.

    Mulher que se comporta de modo considerado devasso ou imoral (ex.: reconheceria aquela vagaba em qualquer lugar)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?