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    despojava-se

    espúrio | adj.

    Que não tem pai certo ou que não pode ser perfilhado (ex.: filho espúrio)....


    clean | adj. 2 g. 2 núm.

    Sem excessos (ex.: a decoração do edifício é clean)....


    espólio | n. m.

    Conjunto de coisas tomadas ao inimigo durante uma guerra....


    butim | n. m.

    Conjunto de bens tomados ao inimigo (ex.: butim de guerra)....


    esbulho | n. m.

    Ato de esbulhar....


    despojador | adj. n. m.

    Que ou aquele que despoja....


    debulhar | v. tr.

    Proceder à debulha de....


    desmistificar | v. tr.

    Fazer cessar o caráter místico ou misterioso de alguma coisa....


    despojar | v. tr. | v. pron.

    Desapossar; privar de....


    escorchar | v. tr.

    Despojar da corcha ou da casca (ex.: escorchar um sobreiro)....


    espojar | v. tr.

    O mesmo que despojar....


    espoliar | v. tr.

    Tirar (a outrem) com artimanha a propriedade de alguma coisa....


    exinanir | v. tr. | v. pron.

    Tornar vazio....


    saquear | v. tr.

    Despojar com violência....



    Dúvidas linguísticas


    Não encontrei o verbo contextualizar em nenhum dicionário. Podem me ajudar?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?