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    comungava-os

    missa | n. f.

    Na religião católica, celebração do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus Cristo, que é feito no altar pelo ministério do padre....


    papa-hóstias | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que comunga frequentemente; pessoa que denota grande devoção religiosa ou é frequentador habitual de igrejas....


    azimita | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que comunga com pão ázimo (em oposição a fermentário)....


    comungar | v. tr. | v. intr.

    Dar a comunhão a....


    consumir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. intr.

    Fazer desaparecer pelo uso ou gasto....


    fraternizar | v. intr. | v. tr.

    Fazer demonstrações de fraternidade, de boa harmonia e amizade....




    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Escrevo-lhes da Galiza, depois de ter procurado o significado da palavra "galego" no dicionário Priberam. Encontrei uma definição que considero desrespeitosa, e ainda mais na actualidade. Tenham em conta que como cidadãos da Galiza (espanhola ou portuguesa) e utentes da língua comum galego-portuguesa consideramos de muito mau gosto que persistam nos seus dicionários definições de 150 anos atrás que nada têm a ver com que significa ser Galego ou Galega na actualidade.
    Agradecia muito que mudassem o conteúdo dessa definição mais ofensivo para os cidadãos galegos.