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    comparecei

    adsum | interj.

    Expressão usada para mostrar prontidão e preparação para responder a uma chamada....


    absentismo | n. m.

    Processo de exploração agrícola em que há um gerente ou feitor intermediário entre o cultivador e o proprietário ausente....


    jetom | n. m.

    Peça ou marca de um jogo....


    presença | n. f.

    Existência ou comparência de uma pessoa num lugar (ex.: a escola solicitou a presença do encarregado de educação)....


    absenteísmo | n. m.

    Processo de exploração agrícola em que há um gerente ou feitor intermediário entre o cultivador e o proprietário ausente....


    condena | n. f.

    Castigo ou sanção, geralmente pecuniária (ex.: não compareceu a um dos chamados e foi punido com uma condena de 70 euros)....


    contumácia | n. f.

    Grande teimosia ou obstinação....


    Agendamento ou marcação que alguém faz previamente para comparecer em local e data escolhidos por si (ex.: autoagendamento de vacinas; a plataforma permite fazer o autoagendamento do exame)....


    chegadela | n. f.

    Ato de aproximar uma coisa de si ou de se aproximar dela....


    acudir | v. tr. e intr.

    Prestar socorro ou auxílio....


    apresentar | v. tr. | v. pron.

    Pôr na presença de....


    autoagendar | v. tr.

    Fazer, o próprio, o agendamento ou a marcação de algo a que tem de comparecer; fazer o seu autoagendamento (ex.: o utilizador pode autoagendar as consultas no site do hospital)....


    baldar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Frustrar, inutilizar....


    citar | v. tr.

    Chamar solenemente para comparecer em juízo ou perante a autoridade em determinada ocasião....


    cortar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Separar ou dividir por meio de instrumento cortante....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o feminino de capataz? Isto porque tenho ouvido a palavra capataza quando se trata de uma mulher.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?