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    cessem-ma

    decisivo | adj.

    Que decide ou em que há decisão (ex.: aquele foi o momento decisivo para encontrar o vencedor)....


    desitivo | adj.

    Que denota desinência; cessação de ação....


    incessante | adj. 2 g.

    Que não cessa, contínuo....


    télico | adj.

    Relativo a um processo ou a uma ação que evolui até atingir uma finalidade, após a qual cessa o processo ou a ação (ex.: aspeto télico; verbo télico)....


    antienjoo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que faz cessar ou evita o enjoo (ex.: comprimidos antienjoo)....


    alívio | n. m.

    Ato ou efeito de aliviar....


    calmaria | n. f.

    Cessação do vento e do movimento das ondas....


    aspirador | adj. | n. m.

    Que produz a aspiração....


    morte | n. f.

    Ato de morrer....


    chuteira | n. f.

    Botim ou sapato apropriado para o jogo de futebol (ex.: chuteiras com pitões de borracha)....


    crack | n. m.

    Cessação de pagamentos....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?