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brindar

níver | n. m.

Aniversário (ex.: vamos brindar para comemorar seu níver)....


toast | n. m.

Saúde, brinde (com o copo na mão)....


toste | n. m. | adj. 2 g. | adv.

Acto de brindar ou beber à saúde de alguém....


regalo | n. m.

Acto de se regalar....


brinde | n. m.

Acto de beber à saúde de alguém....


convite | n. m.

Pedido de assistência, de concorrência ou de presença de alguém em determinado acto ou evento (ex.: convite de casamento; convites para a recepção)....


corbelha | n. f.

Açafate para flores, frutas, etc....


brindeiro | n. m.

Pão pequenino, feito tradicionalmente para ser oferecido aos afilhados no Natal ou na Páscoa....


saúde | n. f. | interj.

Estado de bem-estar e equilíbrio físico, mental e psicológico....


brindar | v. intr. | v. tr.

Beber à saúde de alguém....


presentear | v. tr.

Mimosear com um presente; brindar....


tintim | interj. | n. m.

Expressão usada quando se faz um brinde com bebida....


inhapa | n. f.

Aquilo que o vendedor oferece a mais ao comprador....


japa | n. f.

Aquilo que o vendedor oferece a mais ao comprador....


coroa | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f. pl.

Distintivo de soberania ou de nobreza destinado a ornar a cabeça....



Dúvidas linguísticas



Na frase "aja como homem e pense como mulher", devo usar aja ou haja de agir? Qual é o correto?
Na frase que menciona, Aja como homem e pense como mulher, o termo correcto é aja, forma verbal (3ª pessoa do singular do imperativo, podendo também ser 1ª ou 3ª pessoa do singular do presente do conjuntivo [subjuntivo, no Português do Brasil]) de agir. É uma forma homófona, i.e., lê-se da mesma maneira mas escreve-se de modo diferente de haja, forma verbal (1ª ou 3ª pessoa do singular do presente do conjuntivo [subjuntivo, no Português do Brasil] e 3ª pessoa do singular do imperativo) de haver. Para as distinguir, talvez seja útil ter presente que pode substituir a forma aja (do verbo agir) por actue – “Aja/actue como um homem e pense como uma mulher” – e a forma haja (do verbo haver) por exista – “Haja/exista paciência!”.



Tenho informações de que a palavra adequar é verbo defectivo e portanto, dizer "eu adequo" estaria errado por não existir esta conjugação.
Nem sempre há consenso entre os gramáticos quanto à defectividade de um dado verbo. É o que acontece no presente caso: o Dicionário Aurélio Eletrônico, por exemplo, regista o verbo adequar como defectivo, conjugando-o apenas parcialmente, enquanto o Dicionário Eletrônico Houaiss conjuga o verbo em todas as suas formas. A este respeito convém talvez transcrever o que diz Rebelo Gonçalves (que conjuga igualmente o referido verbo em todas as formas) no seu Vocabulário da Língua Portuguesa (1966: p. xxx):

"3. Indicando a conjugação de verbos defectivos, incluímos nela, donde a onde, formas que teoricamente podem suprir as que a esses verbos normalmente faltam. Critério defensável, parece-nos, porque não custa admitir, em certos casos, que esta ou aquela forma, hipotética hoje, venha a ser real amanhã; e, desde que bem estruturada, serve de antecipado remédio a possíveis inexactidões."

A defectividade verbal ocorre geralmente por razões de pronúncia (por exemplo, para não permitir sequências sonoras estranhas ou desagradáveis ao ouvido dos falantes como *coloro em “Eu coloro com tinta verde.” [leia-se: “Eu estou a colorir com tinta verde” / “Eu estou colorindo com tinta verde”]) ou por razões de significado (nem sempre a ideia transmitida pelo verbo é passível de ser expressa por todas as pessoas gramaticais). No entanto, convém ter em mente, como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade.

No caso em análise, será correcta uma frase como "eu adequo a minha linguagem ao público a que me dirijo".


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