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beringela

mussaca | n. f.

Prato de origem turca, confeccionado no forno, geralmente com beringela, carne picada e tomate....


caponata | n. f.

Prato de origem siciliana, geralmente feito com beringelas e aipo cortados em pedaços e salteados em azeite, temperados com molho de tomate, azeitonas, alcaparras, vinagre e açúcar....


alfange | n. m.

Sabre largo e curvo....


alforge | n. m.

Espécie de bolsa grande dividida em dois compartimentos....


beringela | n. f. | adj. 2 g. 2 núm. n. m.

Planta arbustiva (Solanum melongena), da família das solanáceas....


alquequenge | n. m.

Planta herbácea medicinal da família das solanáceas (Physalis alkekengi), com frutos pequenos alaranjados ou amarelados....



Dúvidas linguísticas



Qual o plural de refrão?
Como pode verificar no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra refrão forma os plurais irregulares refrães ou refrãos.




Estou em dúvida quanto a acentuação gráfica das seguintes palavras: côa (verbo) e coa. Gostaria de saber porque uma é acentuada e a outra não e seus respectivos significados. Gostaria também de outros dois exemplos semelhantes, podem ser paroxítonas.
Na ortografia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente segundo o Acordo Ortográfico de 1945, para o português europeu e segundo o Formulário Ortográfico de 1943, para o Brasil, as palavras com vogal tónica fechada homógrafas de palavras sem acentuação própria devem ser grafadas com acento circunflexo.

Assim, a palavra côa (flexão do verbo coar e nome feminino) deve escrever-se com acento circunflexo para se distinguir da contracção coa (contracção, hoje em dia pouco usual, da preposição com e do artigo definido ou pronome demonstrativo a). Esta regra aplica-se também, por exemplo, aos casos dos pares de palavras pêlo / pelo, pêra / pera e pôr / por.

As "palavras sem acentuação própria" referidas nestes textos legais correspondem geralmente a palavras gramaticais (como preposições ou contracções), que se considera serem átonas e integrarem fonologicamente a palavra que se segue (ou que antecede). Este critério parece ser deficiente, uma vez que algumas destas palavras podem ter acentuação própria (é o caso do par formado pelo advérbio e conjunção como e pela forma como do verbo comer, excluído desta regra pelo texto do Acordo Ortográfico).

A aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, nomeadamente na Base IX, 9.º, muda estes casos, retirando-lhes o acento gráfico (à excepção do caso de pôr, que mantém o acento). Assim, deixa de haver distinção gráfica entre para e pára, pelo e pêlo, pêra e pera, etc.

Esta alteração ortográfica também se aplica a um topónimo como Foz Côa.


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