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    Definições



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    afortunarei

    feliz | adj. 2 g.

    Que tem ou revela felicidade, contentamento....


    Que não tem êxito (ex.: alegações imprósperas)....


    desafortunado | adj. n. m.

    Que ou quem não tem fortuna ou sorte....


    astroso | adj.

    Que nasceu sob a influência de mau astro; que tem má sorte....


    desastroso | adj.

    Que causa ruína, perda ou desgraça; que produz desastre....


    Exclamação que Virgílio põe na boca do pastor Melibeu, dirigindo-se ao velho Títiro, que vive rodeado dos seus, na posse tranquila do seu campo; aplica-se a qualquer homem que tem uma velhice feliz....


    panema | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem tem pouca sorte na caça ou na pesca....


    mofino | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem mostra tristeza ou infelicidade (ex.: estava numa prostração mofina; sinto-me um mofino)....


    ditoso | adj.

    Que tem dita; que tem sorte....


    malditoso | adj.

    Que tem azar ou infelicidade....


    bem-fadado | adj. n. m.

    Que ou quem tem boa sorte ou bom fado....



    Dúvidas linguísticas


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?