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    vires-mas

    acabanado | adj.

    Que tem forma de cabana....


    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    albugíneo | adj.

    Que é muito branco e consistente....


    apercebido | adj.

    Aparelhado; abastecido; preparado; prevenido....


    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    bifloro | adj.

    Que tem duas flores....


    bifoliado | adj.

    Que tem duas folhas ou dois folíolos....


    caroupo | adj.

    Diz-se do boi que tem as pontas viradas para cima e para o lado....


    cavo | adj.

    Que tem uma concavidade....


    conivente | adj. 2 g.

    Que está de conivência....


    de | prep.

    Une ao nome o seu complemento (ex.: folha de papel) e estabelece relação de matéria (ex.: feito de pedra); instrumento (ex.: golpe de espada); modo (ex.: deitado de costas); procedência ou lugar donde (ex.: vir de Lisboa); causa (ex.: morreu de medo); agente (ex.: amado de todos), etc....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?