Pesquisa nas Definições por:

    temas

    destemido | adj.

    Que não tem medo, que não teme....


    exaustivo | adj.

    Que trata por completo um tema (ex.: o autor fez o levantamento exaustivo dos prejuízos causados pela seca)....


    metuendo | adj.

    Que mete medo (ex.: escuridão metuenda)....


    portanto | conj.

    Logo; por consequência; por isso; em vista disso....


    temido | adj.

    Que infunde medo....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....


    Que contém ou é relativo a um só tema....


    dessoutro | contr.

    Contração da preposição de e do pronome demonstrativo essoutro (ex.: esse é um tema dessoutro livro de que você falou)....


    Expressão citada por Cícero; pode servir de divisa aos soberanos autoritários e desconfiados....


    barcarola | n. f.

    Canção de barqueiros italianos, em especial de gondoleiros venezianos....


    exposição | n. f.

    Parte de uma fuga ou de uma obra em forma de sonata, na qual o tema ou os temas são enunciados....


    fado | n. m. | n. m. pl.

    Canção popular portuguesa, geralmente interpretada por um vocalista (fadista), acompanhado por guitarra portuguesa e por guitarra clássica. [Surgido na Lisboa popular do século XIX, e progressivamente difundido pelo resto do país, o fado tornou-se um ícone cultural de Portugal. Geralmente lento e triste, sobretudo quando fala de amor ou de saudade, o fado também pode ser animado e jovial quando aborda temas sociais ou festivos. Em 2011, a UNESCO considerou o fado património cultural e imaterial da humanidade.]...



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?