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    tiravam-mos

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    apodengado | adj.

    Que tira a podengo ou se lhe parece....


    cavadiço | adj.

    Que se tira da terra, cavando-a....


    chofrado | adj.

    Que recebeu tiro ou pancada de chofre....


    desabitado | adj.

    Com as voltas que a amarra tem tiradas na abita....


    Diz-se da pipa ou do tonel a que se tiraram arcos....


    Que reconhece o seu antigo erro....


    destorcido | adj.

    Que se destorceu; a que se tirou a tortuosidade....


    desedificante | adj. 2 g.

    Perversor; desmoralizador; que tira a crença religiosa....


    devassante | adj. 2 g.

    Que tira ou faz devassa....


    escarolado | adj.

    Tirado do carolo; esbagoado....


    ilativo | adj.

    Que tira ilação....


    laciniado | adj.

    Recortado em tiras estreitas e irregulares....


    isento | adj.

    Desobrigado....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Em algumas das situações abaixo podemos deixar de colocar crase?
    1) o evento será das 8 h as 10 h.
    2) o evento será de 8 às 10 h.
    A minha dúvida é em função de já ter visto em curso de Português que, quando se usa a contração da preposição de mais o artigo a, não se usa crase na frase citada como exemplo.