PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    TARIFANDO-AS

    bi-horário | adj. 2 g.

    Que tem dois horários com características diferentes (ex.: contador bi-horário; tarifa bi-horária)....


    componenda | n. f.

    Convenção com a Cúria Romana sobre direitos pecuniários por concessão de dispensas ou provisões que não têm tarifa certa....


    sobretaxa | n. f.

    Quantia suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    estiva | n. f.

    Acondicionamento cuidadoso da carga do porão do navio para a preservar da humidade, para a impedir de correr à banda, de ficar mal equilibrada, etc....


    tarifaço | n. m.

    Aumento simultâneo de várias tarifas ou impostos....


    tarifar | v. tr.

    Submeter a tarifa....


    eletroprodutor | adj. n. m.

    Que ou quem produz energia elétrica (ex.: centro eletroprodutor eólico; tarifa aplicável a todos os eletroprodutores)....


    taxar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Determinar a taxa ou o preço de....


    Aplicação ou estabelecimento de tarifa (ex.: tarificação diferenciada de bens e produtos; tarificação emolumentar)....


    classe | n. f.

    Conjunto de atributos ou características comuns a um conjunto de seres ou coisas....


    tarificar | v. tr.

    Aplicar tarifa a ou estabelecer tarifa para....


    sobretarifa | n. f.

    Tarifa suplementar que acresce aos preços ou tarifas ordinárias....


    tarefa | n. f.

    Obra ou porção de trabalho que se deve acabar num determinado prazo....


    pauta | n. f.

    Papel regrado que se põe sob a folha em que se escreve para que as linhas fiquem direitas....


    tarifa | n. f.

    Conjunto de normas para estabelecer e aplicar preços e taxas....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?