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    revestires-mas

    azulejado | adj.

    Revestido de azulejos (ex.: piscina azulejada, quarto azulejado)....


    Revestido de lanugem ou de pelos semelhantes a cotão....


    couché | adj. 2 g.

    Diz-se de um papel coberto por uma mais camadas de revestimento que lhe conferem um aspeto muito liso e brilhante....


    estanhado | adj.

    Coberto ou revestido de estanho....


    Que contém estanho (ex.: revestimento estanífero)....


    lorigado | adj.

    Revestido de loriga....


    Relativo à derme e ao sistema muscular que ela reveste....


    rebocado | adj.

    Revestido de reboco....


    antiaderente | adj. 2 g.

    Que impede a aderência fácil dos alimentos cozinhados (ex.: frigideira antiaderente; revestimento antiaderente)....


    estucado | adj.

    Revestido ou feito de estuque....


    cuchê | adj. 2 g.

    Diz-se de um papel coberto por uma mais camadas de revestimento que lhe conferem um aspeto muito liso e brilhante....




    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Gostaria de saber a etimologia e significado da palavra Fontoura, que, ao que sei, para além de nome é igualmente uma localidade nas Astúrias. E ainda a etimologia de Gouveia, igualmente nome próprio e localidade.