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    REVERTO-VOS

    revertido | adj.

    Que sofreu reversão; que se reverteu....


    beneficiado | adj. | n. m.

    Que recebeu benefícios....


    benefício | n. m.

    Bem que generosamente se faz a alguém....


    arrevessar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Vomitar....


    desandar | v. tr. | v. intr.

    Desfazer (voltando ou fazendo voltar para trás)....


    desselecionar | v. tr.

    Desfazer ou reverter uma seleção prévia (ex.: desselecionou todas as opções)....


    redundar | v. intr. | v. tr.

    Transbordar; superabundar; sobejar; resultar; reverter....


    resultar | v. intr.

    Dar em resultado; originar....


    revesar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Vomitar....


    Processo através do qual uma pessoa interrompe ou reverte a expressão de uma identidade de género diferente do género que lhe foi atribuído à nascença....


    receita | n. f.

    Quantia em dinheiro recebida periodicamente....


    Horácio alude neste aforismo à palavra escrita, aconselhando aos escritores que corrijam muitas vezes as suas obras antes de lhe darem publicidade; também se aplica para recomendar prudência no que se diz ou escreve....


    revertível | adj. 2 g.

    Que pode reverter; que se pode reverter....


    destransicionar | v. intr.

    Interromper ou reverter um processo de transição de género....


    revertério | n. m.

    Mudança repentina e radical de uma situação....


    reverter | v. intr.

    Tornar para o ponto donde partiu....


    De modo contrafactual (ex.: pensar contrafactualmente; considera mais causal o antecedente que muda contrafactualmente para reverter os acontecimentos)....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?