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    Pesquisa nas Definições por:

    REGA-MAS

    belão | n. m.

    Lombada entre dois sulcos onde não chega a água de rega....


    levadeiro | n. m.

    Pessoa que distribui águas de rega através de levadas ou que cuida da sua manutenção....


    corga | n. f.

    Rego por onde corre bastante água....


    maracha | n. f.

    Marachão pequeno....


    marra | n. f.

    Sacho para mondar....


    talhadouro | n. m.

    Lugar onde se talha ou corta a água de rega....


    augueiro | n. m.

    Vala por onde corre a água de rega....


    corgo | n. m.

    Rego por onde corre bastante água....


    córrego | n. m.

    Rego por onde corre bastante água....


    cortadura | n. f.

    Incisão com instrumento cortante....


    embelga | n. f.

    Leira, courela, rego....


    estria | n. f.

    Linha que forma sulco ou traço numa superfície (ex.: estrias das conchas, estria do osso, estrias das rochas)....


    estriga | n. f.

    Porção de linho que de uma vez reveste a roca....


    foreiro | adj. | n. m.

    Que paga foro....


    levada | n. f.

    Ato de levar....


    poça | n. f. | interj.

    Cova pouco funda, com água....


    pontaria | n. f.

    Operação que consiste em assestar ou apontar uma arma de fogo....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.