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Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....
Fendido....
Que suplica; que está em atitude de quem suplica....
Que caiu....
Ato de exinanir ou de exinanir-se....
Enfraquecimento; prostração; cansaço....
Ato de moer....
Quebrada....
Feitiço; mau-olhado....
Abatimento de espírito, esgotamento, prostração....
Magreza e fraqueza extremas....
Ato ou efeito de oprimir....
Enfraquecimento extremo....
Desalento, abatimento, prostração do doente....
Ato ou efeito de exaurir....
Estado de grande fadiga física ou mental....
Estado de lânguido....
Debilidade ou fraqueza muscular, geralmente causada por doença....
Dar baque, cair de chofre....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?