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    pune-as

    Que se pune ou castiga a si próprio....


    judicante | adj. 2 g.

    Que julga ou exerce as funções de juiz (ex.: funções judicantes; o impedimento da atividade judicante deve ser punido)....


    impunidade | n. f.

    Falta de punição ou do castigo devido....


    justiça | n. f.

    Prática e exercício do que é de direito....


    penologia | n. f.

    Tratado ou estudo das penalidades criminais ou das medidas de prevenção criminal....


    punição | n. f.

    Ato ou efeito de punir....


    castigo | n. m.

    Punição que se inflige a um culpado....


    homizio | n. m.

    Ato ou efeito de homiziar....


    suplício | n. m. | n. m. pl.

    Grave punição corporal ordenada por sentença....


    Ato ou efeito de penalizar, de punir com pena legal....


    Ato ou efeito de despenalizar, de deixar de punir com uma pena legal (ex.: despenalização do consumo de droga)....


    Ato ou efeito de se punir a si próprio....


    merdimbuca | n. f.

    Ato medieval altamente ofensivo, punido por lei, que consistia em colocar excrementos na boca de alguém....


    condena | n. f.

    Castigo ou sanção, geralmente pecuniária (ex.: não compareceu a um dos chamados e foi punido com uma condena de 70 euros)....


    penólogo | n. m.

    Especialista em penologia....


    Qualidade do que é impunível ou do que não pode ser punido....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se se deve escrever: subestabelecer ou substabelecer.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?