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    Pesquisa nas Definições por:

    PREMEDITAVAS-TOS

    Em que não houve premeditação; impensado....


    Que foi pensado, decidido ou planeado com antecedência; que se premeditou (ex.: movimentos premeditados; vingança premeditada)....


    assassínio | n. m.

    Ato de assassinar; assassinato....


    duelo | n. m.

    Combate premeditado entre dois adversários, com armas iguais....


    fito | adj. | n. m.

    Fixo; fincado, imóvel....


    fisgada | n. f.

    Golpe de fisga....


    improvisar | v. intr. | v. tr. | v. pron.

    Fazer improvisos....


    assassino | adj. | n. m.

    Que provoca a morte premeditadamente (ex.: milícia assassina)....


    incubar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Estar sobre o ovo ou os ovos para desenvolver o embrião (ex.: a ave incuba os ovos; a galinha está a incubar)....


    premeditar | v. tr.

    Resolver antecipadamente com reflexão....




    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?