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    PODASSES-TOS

    aleatório | adj.

    Que depende de acontecimento incerto....


    ambíguo | adj.

    Em que pode haver mais de um sentido....


    ancípite | adj. 2 g.

    Que tem duas faces ou cabeças....


    Diz-se das aves que podem pronunciar palavras....


    Que não pode conservar as propriedades elétricas....


    apercetível | adj. 2 g.

    Que, por ser percetível, pode ser notado por nós....


    aturadouro | adj.

    Que pode aturar; duradouro, resistente....


    Que pode ser arremesado, arrojado....


    azougado | adj.

    Que não pode estar quieto....


    Cujos ramos são de corpulência tal que podem servir de bordão....


    belfo | adj.

    Que tem pendente ou mais grosso o beiço inferior....


    cômpar | adj. 2 g.

    Que forma ou pode formar par simétrico; igual; semelhante....


    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?