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    Pesquisa nas Definições por:

    Operai

    inoperante | adj. 2 g.

    Que não opera; que não funciona....


    operante | adj. 2 g.

    Que opera ou atua....


    seletivo | adj.

    Relativo a seleção....


    Que não opera, que não funciona (ex.: mecanismo inoperativo)....


    idempotente | adj. 2 g.

    Que tem a propriedade de poder ser aplicado mais do que uma vez sem que o resultado se altere (ex.: matriz idempotente, operação idempotente)....


    -plastia | elem. de comp.

    Exprime a noção de cirurgia ou operação plástica (ex.: rinoplastia)....


    Relativo a caminhos-de-ferro ou a via-férrea e a um porto (ex.: operações ferroportuárias)....


    arrebanho | n. m.

    Operação agrícola que consiste em colocar na retaguarda do timão do arado uma vassoura que aplana os camalhões e cobre as sementes, à medida que o arado vai abrindo regos na terra....


    arrestelo | n. m.

    Ato ou operação de arrestelar....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    batagem | n. f.

    Operação para enredar os fios destramados dos casulos da seda....


    calagem | n. f.

    Operação de misturar a terra com cal para certas culturas....


    calculadora | n. f.

    Máquina que efetua operações aritméticas simples ou complexas e cujas pequenas dimensões são devidas ao emprego de semicondutores e de circuitos integrados....


    Operação que consiste em guarnecer com calorífugo recipientes e canalizações....


    câmbio | n. m.

    Permutação, escambo....


    campanha | n. f.

    Terreno plano de grande extensão....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?