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    Pesquisa nas Definições por:

    OSCILEI

    abalo | n. m.

    Ato de abalar....


    basculador | n. m.

    Aparelho que, por oscilação, serve para despejar vagonetas, vagões, etc....


    sacudidura | n. f.

    Ação ou efeito de sacudir....


    sintonia | n. f.

    Estado de dois sistemas suscetíveis de emitir oscilações elétricas da mesma frequência....


    oscilobatente | n. m. | adj. 2 g.

    Parte móvel de uma porta ou de uma janela que gira sobre um eixo horizontal (ex.: abertura com oscilobatente)....


    vibrato | n. m.

    Efeito expressivo, no canto, na flauta e nos instrumentos de arco, que consiste em oscilar a altura de uma nota....


    suspensão | n. f.

    Ato ou efeito de suspender....


    bamboão | n. m.

    Brinquedo composto por um assento suspenso de alto, com cordas ou correntes, em que alguém se senta, oscilando com o impulso do corpo....


    microfone | n. m.

    Instrumento que transforma as vibrações sonoras em oscilações elétricas, o que permite a ampliação de sons. (Também se diz, abreviadamente, micro.)...


    balanço | n. m.

    Movimento de oscilação ou de vaivém....


    baloiço | n. m.

    Brinquedo composto por um assento suspenso de alto, com cordas ou correntes, em que alguém se senta, oscilando com o impulso do corpo....


    trémulo | adj. | n. m.

    Que treme ou tremula....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?