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trémulo

Será que queria dizer tremulo?
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trémulotrêmulo
( tré·mu·lo

trê·mu·lo

)


adjectivoadjetivo

1. Que treme ou tremula.

2. Que cintilar. = BRUXULEANTE, CINTILANTE

3. Que hesita. = HESITANTE, INDECISODECIDIDO, FIRME

4. Que tem ou demonstra timidez. = TÍMIDO


nome masculino

5. Tremido na voz ou no canto.

6. [Música] [Música] Efeito produzido pelos instrumentos de corda multiplicando com grande rapidez as vibrações sobre a mesma nota.

7. [Música] [Música] Efeito produzido no piano por duas notas ou dois acordes diferentes, feridos alternadamente e com grande rapidez.

8. [Joalharia] [Joalheria] Cada uma das pedras preciosas de um conjunto que forma flores, oscilando nas extremidades de pequenos arames.

9. [Portugal: Trás-os-Montes] [Portugal: Trás-os-Montes] Doença de porcos.

etimologiaOrigem etimológica:latim tremulus, -a, -um.
Confrontar: tremolo.
grafiaGrafia no Brasil:trêmulo.
grafiaGrafia no Brasil:trêmulo.
grafiaGrafia em Portugal:trémulo.
grafiaGrafia em Portugal:trémulo.

Auxiliares de tradução

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Dúvidas linguísticas



Qual a frase correcta: Para puderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem? ou Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem?
As formas poderem e puderem são duas formas verbais parónimas com alternância vocálica que correspondem a dois tempos verbais diferentes. Poderem (lê-se /pudêrem/) é a forma da terceira pessoa do plural do infinitivo pessoal do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para exprimir uma acção ou processo, mas sem expressar o tempo ou o momento específico (ex.: O facto de poderem optar dá-lhes grande liberdade. Enviou uma fotografia para os avós poderem ver a neta). Puderem (lê-se /pudérem/) é a forma da terceira pessoa do plural do futuro do conjuntivo do verbo poder; este tempo verbal utiliza-se para apresentar uma acção futura como possível ou hipotética, geralmente em orações subordinadas (ex.: Eles irão ao cinema se puderem). Tendo em conta o exposto, a frase correcta é Para poderem educar os seus descendentes, os pais deviam conduzir-se bem.
O corrector sintáctico do FLiP alerta, entre outras coisas, para estas relações de paronímia.




Qual destas frases está correcta: «Ele assegurou-me que viria» ou «Ele assegurou-me de que viria»? Li que o verbo "assegurar" é regido pela preposição "de" quando é conjugado pronominalmente; no entanto, só me soa bem dessa forma quando ele é conjugado reflexivamente, como em "Eles asseguraram-se de que não eram seguidos". Afinal, como é que é? Obrigada.
Os dicionários que registam as regências verbais, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa ou o Dicionário sintáctico de verbos portugueses, estipulam que o verbo assegurar é regido pela preposição de apenas quando usado como pronominal (ex.: quando saiu de casa assegurou-se de que as janelas estavam fechadas). Para além do uso pronominal, o verbo assegurar pode ainda ser transitivo directo ou bitransitivo, isto é, seleccionar complementos não regidos por preposição (ex.: os testes assegurariam que o programa iria funcionar sem problemas; o filho assegurou-lhe que iria estudar muito).

Este uso preposicionado do verbo assegurar na acepção pronominal nem sempre é respeitado, havendo uma tendência generalizada para a omissão da preposição (ex.: quando saiu de casa assegurou-se que as janelas estavam fechadas). O fenómeno de elisão da preposição de como iniciadora de complementos com frases finitas não se cinge ao verbo assegurar, acontecendo também com outros verbos, como por exemplo aperceber (ex.: não se apercebeu [de] que estava a chover antes de sair de casa) ou esquecer (ex.: esquecera-se [de] que havia greve dos transportes públicos).