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    orleis

    Orlado de ouro (ex.: mitra aurifrigiada)....


    hipnoide | adj. 2 g.

    Diz-se de um estado psíquico orlado por certas substâncias, que é semelhante ao sonho, mas sem ser acompanhado de sono....


    orlado | adj.

    Guarnecido de orla....


    Orlado de ouro (ex.: mitra aurifrigiata)....


    almaraz | n. m.

    Nome com que se designa a orla esquerda do rio Tejo, em frente a Lisboa....


    falda | n. f.

    Parte inferior de vestido, de roupa talar ou roçagante ou de outra peça de roupa....


    garfilha | n. f.

    Orla de moeda ou medalha....


    anacã | n. m.

    Ave (Deroptyus accipitrinus) da família dos psitacídeos, com cerca de 35 centímetros de comprimento, plumagem verde no dorso, cabeça castanha com traços brancos, peito e ventre vermelhos com rebordos azuis e penas compridas vermelhas orladas de azul na nuca, que se elevam em forma de leque em caso de medo, agressão ou brincadeira....


    enseada | n. f.

    Recôncavo na costa do mar....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....


    borda | n. f.

    Extremidade de qualquer superfície....


    orla | n. f.

    Extremidade de uma superfície....


    orladura | n. f.

    Ato ou efeito de orlar....


    chuleado | adj. | n. m.

    Cuja orla foi ligeiramente cosida para não se desfiar; que se chuleou....


    auréola | n. f.

    Resplendor em forma de círculo dourado (das imagens dos santos)....


    grafila | n. f.

    Orla que circunda, junto à serrilha, a moeda ou a medalha....


    limbo | n. m.

    Orla, borda, fímbria....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.