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    Pesquisa nas Definições por:

    Manuseando-vos

    maneirinho | adj.

    Que se manuseia com facilidade....


    lápis | n. m. 2 núm.

    Artefacto, geralmente de madeira, cilíndrico, comprido e fino, cujo interior contém uma barra de grafite para escrever ou desenhar (ex.: para a prova de desenho, é preciso levar papel, lápis e borracha)....


    giz | n. m.

    Variedade de carbonato de cal usado como lápis branco....


    metalógica | n. f.

    Disciplina que toma por objeto as fórmulas de uma lógica já constituída, assim como as regras do seu manuseamento....


    tratado | n. m. | adj.

    Obra em que se trata de uma arte, de uma ciência....


    gigantone | n. m.

    Figura antropomórfica de grandes dimensões, geralmente com cabeça feita de pasta de papel, assente numa longa estrutura com a forma de um corpo que é carregada aos ombros pelo indivíduo que a manuseia (ex.: os gigantones distinguem-se dos cabeçudos pela sua elevada estatura e pelo seu caráter solene)....


    folhear | v. tr. | adj. 2 g.

    Virar as folhas a (ex.: folhear um livro)....


    manipular | v. tr.

    Preparar com as mãos....


    manusear | v. tr.

    Mover ou mexer muito com as mãos em (alguma coisa)....


    manuseador | adj. n. m.

    Que ou quem manuseia (ex.: o empregador fornece material de proteção individual ao operário manuseador; era um exímio manuseador da espada)....


    remanusear | v. tr.

    Manusear de novo ou manusear muitas vezes....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?