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    Pesquisa nas Definições por:

    GRITASTES-TAS

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    tremebundo | adj.

    Que treme (ex.: mão tremebunda)....


    Aquilo que é mais novo ou está mais na moda....


    Que sente grande medo, susto ou terror (ex.: gritava, estarrecida e em lágrimas, que o filho tinha sido atropelado)....


    batecum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    baticum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    Gritaria, brados com que uma turba clama....


    escarcéu | n. m.

    Encapelamento e ruído das ondas alterosas....


    orneio | n. m.

    Grito produzido pelo burro....


    ornejo | n. m.

    Grito produzido pelo burro....


    rugido | n. m.

    Grito do leão....


    solfa | n. f.

    Arte de solfejar; solfejo....


    trovoada | n. f.

    Tempestade com trovões....


    uivo | n. m.

    A voz do lobo e de outras feras....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?