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    Pesquisa nas Definições por:

    GRACEJO-AS

    Expressão para indicar que se fala muito a sério....


    Aplica-se geralmente esta frase por gracejo, para anunciar algum acontecimento extraordinário....


    chança | n. f.

    Ato ou dito engraçado e inofensivo....


    laracha | n. f. | n. m.

    Gracejo; chalaça; cavaqueira, conversa....


    pacholice | n. f.

    Dito ou ato de pachola....


    brinco | n. m. | n. m. pl.

    Ação de brincar....


    jocos | n. m. pl.

    Personificação poética do prazer, da alegria e dos folguedos....


    pilhéria | n. f.

    Dito ou comentário que provoca ou pretende provocar o riso....


    blague | n. f.

    Peta, patranha....


    chufa | n. f.

    Gracejo impertinente....


    ledice | n. f. | n. f. pl.

    Qualidade de ledo....


    rabo-leva | n. m. 2 núm.

    Tira de papel ou de trapo que, geralmente pelo Carnaval, se põe na roupa de alguém para que seja alvo de troça....


    eutrapelia | n. f.

    Ato ou modo de gracejar sem ofender....


    apodo | n. m.

    Alcunha afrontosa....


    chocarreiro | adj. n. m. | adj.

    Que ou aquele que diz chocarrices....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?