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    ganhavas-mas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    Adquirido, ganho por luta ou à custa de muito esforço....


    lampeiro | adj.

    Que nasce ou surge antes do tempo....


    Preceito com que os Antigos zombavam dos que só sabem discorrer sobre filosofia e não são capazes de ganhar os meios de subsistência....


    batente | n. m. | adj. 2 g.

    Parte da ombreira em que bate a porta ou a janela ao fechar-se....


    chiripa | n. f.

    Bambúrrio, ao bilhar....


    diária | n. f.

    Quantia ganha, recebida ou gasta em cada dia....


    empate | n. m.

    Ato ou efeito de empatar....


    ganharia | n. f.

    Casa onde se juntam e dormem os ganhões....


    júri | n. m.

    Conjunto de cidadãos escolhidos que constitui um tribunal, juntamente com um coletivo juízes (ex.: o júri considerou a ré culpada)....


    monquilho | n. m.

    Moléstia do gado lanígero....


    Tipo de acelerador de partículas cuja frequência do campo elétrico é alterada para compensar o ganho de massa das partículas aceleradas quando se aproximam da velocidade da luz....



    Dúvidas linguísticas


    A expressão "para inglês ver", utilizada no Brasil, tem o sentido de algo que é feito apenas para atender uma formalidade, sem funcionar na prática, ou significa algo que tem ares de perfeição, de excelência na sua qualidade?


    Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?