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    Pesquisa nas Definições por:

    Embolsara-Lhe

    preferência | n. f.

    O ato de preferir uma pessoa ou coisa a outra....


    pagar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar o preço estipulado por (coisa vendida ou serviço feito)....


    reembolsar | v. tr. | v. pron.

    Tornar a embolsar; receber (o dinheiro desembolsado)....


    embolsar | v. tr. | v. pron.

    Meter no bolso (ex.: embolsou as moedas do troco)....


    poché | adj. 2 g.

    Cozinhado ao ser passado por pouco tempo em água muito quente (ex.: ovo poché)....


    bolso | n. m.

    Compartimento de uma peça de vestuário que serve para guardar pequenos objetos....


    empochar | v. tr.

    Receber ou ficar com determinada quantia de dinheiro, geralmente com avidez (ex.: a empresa já empochou vários subsídios; andam a empochar milhões)....


    embolso | n. m.

    Pagamento feito ou recebido....


    perceber | v. tr.

    Receber impressão por algum dos sentidos....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?