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    estacava-to

    lacustre | adj. 2 g.

    De lago; dos lagos....


    suspenso | adj.

    Pendurado; pendente....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    chanta | n. f.

    Vergôntea que se planta para produzir uma árvore....


    gábia | n. f.

    Escavação em torno da cepa da videira, para fazer estrumação ou mergulhia....


    gapuia | n. f.

    Modo de pescar, por meio de uma espécie de estacada, num riacho....


    jurão | n. m.

    Casa sobre estacaria (em lugares expostos a inundações)....


    mourão | n. m.

    Cada uma das varas grossas em que se apoiam as estacadas....


    paixão | n. f.

    Impressão viva....


    paliçada | n. f.

    Sítio cercado de estacas....


    carlequim | n. m.

    Máquina de meter estacas, semelhante ao bate-estacas....


    estacada | n. f.

    Lugar cercado de estacas....


    estacado | adj. | n. m.

    Parado e firme; embasbacado....


    estacaria | n. f.

    Grande quantidade de estacas....


    pião | n. m.

    Objeto de madeira, metal ou plástico de forma cónica, com um bico (ferrão), que serve para jogo ou brincadeira....


    rodriga | n. f.

    Madeira ou estaca para sustentar plantas, geralmente vinhas e feijoeiros....


    rodrigão | n. m.

    Estaca para sustentar uma planta, geralmente uma videira....


    teredo | n. m.

    Molusco bivalve, acéfalo e alongado, que vive em madeiras submersas, por exemplo, de embarcações ou estacas, perfurando-as....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.